Transició digital a l'Educació Brasilera: les tecnologies i el control del treball docent
Article Sidebar
Main Article Content
Presents en els discursos reformistes com a element clau per innovar el currículum, les Tecnologies Digitals de la Informació i la Comunicació (TIC) són alhora possibilitats i desafiaments educatius. Les polítiques públiques en fomenten l’ús pedagògic, però a les escoles prevalen la gestió i el control. Les TIC permeten formes de control de la tasca docent i del currículum més diversificades i invisibles que la vigilància tradicional. Aquest treball analitza els principals punts de control que s’exerceixen a les escoles: eines de gestió, currículum homogeneïtzat, materials didàctics i tecnologies mòbils. Partint de la concepció crítica que reconeix que les tecnologies no són neutres, el primer pas per pensar les possibilitats d’acció en la construcció d’espais educatius amb les TIC per a l’escola que volem –democràtica, emancipadora i transformadora– és desvelar els desafiaments i les intencions vinculades a aquestes tecnologies en el control de la feina docent.
Article Details
(c) 2025
Drets d'autor
Temps d’Educació conserva el dret de la primera publicació de l’article, concedint a l’autor els drets d’autoria. A més a més, tots els continguts publicats a Temps d’Educació estan subjectes a la llicència Reconocimiento-NoComercial 4.0 Internacional (CC BY-NC 4.0).
Algebaile, E. (2017) «Escola sem Partido: O que é, como age, para que serve». Em Gaudêncio Frigotto (Org.), Escola “sem” partido: Esfinge que ameaça a educação e a sociedade brasileira. Rio de Janeiro (UERJ-LPP), pp. 63-74. Disponible en: https://fnpe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/gaudencio-frigotto-ESP- LPPUERJ.pdf [Acceso: 18.01.2023]
Almeida, É. V. de (2021) «Quando você se torna um educador Google»: Integração de tecnologias digitais ao currículo da Educação Básica como estratégia neoliberal [Tese de Doutorado, Universidade Federal de Santa Catarina]. Disponible en: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/231099 [Acceso: 23.08.2023]
Antunes, R. (2002) «As novas formas de acumulação de capital e as formas contemporâneas do estranhamento (alienação)». Caderno CRH, Salvador, 15(37), pp. 23-45. https://doi.org/10.9771/ccrh.v15i37.18601 [Acceso: 25.02.2025]
Apple, M. W. (2002) «“Endireitar” a educação: as escolas e a nova aliança conservadora». Currículo sem Fronteiros, 2(1), pp. 55-78. Disponible en: https://biblat.unam.mx/ hevila/CurriculosemFronteiras/2002/vol2/no1/4.pdf [Acceso: 16.05.2023]
Bauman, Z. (2009) Confiança e medo na cidade. Rio de Janeiro, ZAHAR.
Braga, R. y Antunes, R. (2009) Infoproletários: degradação real do trabalho virtual. São Paulo, Boitempo Editorial.
Brasil, Ministério da Educação (2017) Resolução CNE/CP nº 2, de 22 de dezembro de 2017 que Institui e orienta a implantação da «Base Nacional Comum Curricular». Disponible
en: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias= 79631-rcp002-17-pdf&category_slug=dezembro-2017-pdf&Itemid=30192 [Acceso: 18.05.2023]
Buckingham, D. (2010) «Cultura digital, educação midiática e o lugar da escolarização». Educação e realidade, 35(3), pp. 37-58. Disponible en: http://educa.fcc.org.br/ pdf/rer/v35n03/v35n03a04.pdf [Acceso: 27.11.2024]
Cechinel, A. y Muller, R. R. (2022) «Gestão algorítmica da docência e educação em tempos de incerteza». Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, 17(2), pp. 1094-1109. https://doi.org/10.21723/riaee.v17iesp.2.16983 [Acceso: 27.02.2025]
Cerny, R. Z.; Espíndola, M. B. de; Ritta, S. B; Vieira, D. F.; Amaral, A. L. O. do y Ladvig, A. (2019) Pesquisa Educativa como espaço formativo e de co-criação nas comunidades escolares: possibilidades metodológicas a partir da Teoria Crítica da Tecnologia e do Design Participativo. Ist International Conference «Education 2019: challenges,trends, commitments», IREDU.
Cupani, A. (2017) Filosofia da tecnologia: um convite. Santa Catarina, Editora UFSC. Dardot, P. y Laval, C. (2016) A nova razão do mundo: Ensaio sobre a sociedade neoliberal.
São Paulo, Boitempo (1a).
Espíndola, M. B.; Cerny, R. Z.; Rocha, J. M. G. y Soares Neto, F. F. (2022) «Creation of Digital Educational Technologies by School Subjects: A Process of Emancipation». Sisyphus Journal of Education. 10(1), pp. 7-21, Disponible en: https://revistas.rcaap.pt/ sisyphus/article/view/25417 [Acceso: 15.10.2024]
Evangelista, R.de A. y Gonsales, P. (2024) «A plataformização da educação no sul global e seus laços com os atores do capitalismo de vigilânci ». Em: Alves, L. y Lopes, D. Educação e plataformas digitais: popularizando saberes, potencialidades e controvérsia. Salvador, EDUFBA, pp. 17-39. Disponible en: https://repositorio.ufba.br/bitstream/ ri/39372/3/Educa%C3%A7%C3%A3o%20e%20plataformas%20digitais-digital.pdf [Acceso: 13.12.2024]
Feenberg, A. (2010) Racionalização democrática, poder e tecnologia. Série Cadernos Primeira versão: CCTS-Construção Crítica da Tecnologia & Sustentabilidade, 1(3) Brasília, Observatório do Movimento pela Tecnologia Social na América Latina/Centro de Desenvolvimento Sustentável-CDS.
Feenberg, A. (2017) Entre a razão e a experiência: ensaios sobre tecnologia e modernidade.
Tradução de Eduardo Beira; Cristiano Cruz e Ricardo Neder. Portugal: MIT Press.
Girotto, E. (2016) «Um ponto na rede: O “escola sem partido” no contexto da escola do pensamento único». Em Ação Educativa, A ideologia do movimento Escola Sem Partido: 20 autores desmontam o discurso. São Paulo, Ação Educativa, pp. 69-76. Disponible en: https://acaoeducativa.org.br/wp- content/uploads/2017/05/escolasempartido_miolo.pdf [Acceso: 13.12.2024]
Hine, C. (2004) Etnografía virtual. Colección. Nuevas Tecnologías y Sociedad. UOC, p. 201. Disponible en: https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=7081744 [Acceso: 25.02.2025]
Lévy, P. (1993) As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática.
Tradução de Carlos Irineu da Costa. Rio de Janeiro, Editora 34.
Neto, O. R. de M., Antunes, M. T. P. y Vieira, A. M. (2015) «Controle do trabalho docente: provocações foucaultianas para análise da gestão universitária». Avaliação,
Campinas; Sorocaba, SP, núm. 20(3), pp. 665-683. Disponible em: https://www.scielo.br/j/aval/a/hdn5Mc7Pnv6cy6KTR9VWGNS/?lang=pt [Acceso: 15.10.2024]
OCDE-Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (2024) Perspectivas internacionais para a reforma da educação digital: Diálogos com foco em políticas para o Brasil. Tradução de Denise Yumi. São Paulo, Fundação Itaú. Disponible en: https://www.fundacaoitau.org.br/observatorio/perspectivas-internacionais- para-a-reforma-da-educacao-digital [Acceso: 27.11.2024]
Oliveira, E. A. S. (2020) As vozes dos professores: contextualização do conhecimento poderoso e do currículo na cultura digital (Tese de Doutorado). Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação. Disponible en: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/215904 [Acceso: 05.12.2024]
Ortega y Gasset. J. (1963) Meditação da Técnica. Rio de Janeiro, Livro Ibero-Americano Penna, F. de A. (2021) «“Escola sem Partido” como ameaça à Educação Democrática:
fabricando o ódio aos professores e destruindo o potencial educacional da escola».
Fronteiras - Revista Catarinense de História, n. 37, pp. 143-155, jul.-dez./2021. Disponible em: https://periodicos.uffs.edu.br/index.php/FRCH/index [Acceso: 26.02.2025]
Pinelli, L.V. y Yannoulas, S.C. (2024) «Transformações nas formas de controle do trabalho docente no contexto de recrudescimento da nova direita brasileira». Revista Tramas y Redes, núm. 6, Jun. https://doi.org/10.54871/cl4c600k [Acceso: 26.02.2025]
Rodrigues, E. S. J. (2020) «Estudos de plataforma: dimensões e problemas do fenômeno no campo da educação». Linhas Críticas, Brasília, DF, 26(1), p. 1-12. Disponible en: https://periodicos.unb.br/index.php/linhascriticas/article/download/28150/26866/7 9775 [Acceso: 10.12.2024].
Saura, G., Cancela, E. y Parcerisa, L. (2023) «Privatización educativa digital». Profesorado, revista de currículum y formación del profesorado Granada, 27(1), p. 11-37 https://doi.org/10.30827/profesorado.v27i1.27019 [Acceso: 25.02.2025]
Saura, G., Adrião, T. y Arguelho, M. (2024) «Reforma educativa digital. Agendas tecnoeducativas, redes políticas de governança e financeirização EdTech». Educação & Sociedade, v. 45, p. 1-22. https://doi.org/10.1590/ES.286486 [Acceso: 25.02.2025]
Shiroma, E.O. (2011) «A formação do professor-gestor nas políticas de profissionalização». Revista e-curriculum, São Paulo, 7(2). Disponible en: http://revistas.pucsp.br/ index.php/curriculum [Acceso: 05.12.2024]
Sossai, F. C., Mendes, G. M. L. y Pacheco, J. A. (2009) «Currículo e “Novas Tecnologias” em tempos de globalização». Perspectiva, 27(1), pp. 19-46. https://doi.org/10.5007/2175- 795X.2009v27n1p19 [Acceso: 25.02.2025]
Tonon, L. y Grisci, C. L. I. (2015) «Gestão gerencialista e estilos de vida de executivos». Revista de Administração Mackenzie, 16(1), pp. 15-39. https://doi.org/10.1590/1678- 69712015/administracao.v16n1p15-39 [Acceso: 08.09.2024]
Vieira, J. S. (2002) «Política educacional, currículo e controle disciplinar (implicações sobre o trabalho docente e a identidade do professorado)». Revista Currículo sem Fronteiras, 2(2), pp. 111-136. Disponible en: https://biblat.unam.mx/es/revista/curriculo-sem- fronteiras/articulo/politica-educacional-curriculo-e-controle-disciplinar-
implicacoes-sobre-o-trabalho-docente-e-a-identidade-do-professorado [Acceso: 30.09.2024]
Will, D. E. M. (2025) Plataformas digitais brasileiras como contextos sociotécnicos de autoformação de professores da Educação Básica: uma análise crítica. Tese (Doutorado em educação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Programa de Pós-graduação em Educação. Florianópolis.
Ximenes, S. (2016) «O que o direito à educação tem a dizer sobre “Escola Sem Partido”?» Em Ação Educativa, A ideologia do movimento Escola Sem Partido: 20 autores desmontam o discurso. São Paulo, Ação Educativa, pp. 49-58. https://acaoeducativa.org.br/wp- content/uploads/2017/05/escolasempartido_miolo.pdf [Acceso: 13.12.2024]