A atividade experimental no ensino de ciências para crianças no Brasil: uma investigação com professores
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Fabricio Vieira Moraes
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita
(Brasil). Faculdade de Ciências
Renato Eugênio da SilvaDiniz
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita
(Brasil). Instituto de Biociências
A alfabetização científica deve se impor como uma dimensão essencial de uma cultura para a cidadania. Iniciá-la nos anos iniciais do ensino fundamental (alunos de 6 a 10 anos) pode contribuir para a formação do indivíduo que compreende as ciências e o mundo ao seu redor. As atividades experimentais investigativas podem ser um bom recurso para o trabalho nesse ciclo, e compreender quais são os indicadores de possibilidades ou limites do uso desse recurso nas aulas de ciências é o principal objetivo dessa pesquisa. Este estudo foi realizado com um grupo de professoras que participaram de uma formação continuada e os dados foram obtidos a partir das narrativas produzidas por elas. Os resultados apontam que, no Brasil, são necessários mais investimentos na formação desses professores, para que eles sintam-se capazes para a realização de atividades experimentais.
Paraules clau
Alfabetização Científica, Atividades experimentais, Anos iniciais
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Com citar
Vieira Moraes, Fabricio; SilvaDiniz, Renato Eugênio da. «A atividade experimental no ensino de ciências para crianças no Brasil: uma investigação com professores». Enseñanza de las Ciencias: revista de investigación y experiencias didácticas, 2013, núm. Extra, p. 3817-21, https://raco.cat/index.php/Ensenanza/article/view/308677.