Ainda suspira a última flor do Lácio?

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Ricardo da Costa
Leticia Fantin Vescovi
O trabalho pretende analisar a formação do português e seus paralelos literários e históricos em relação ao castelhano e ao catalão. Para isso, primeiramente realizamos uma breve contextualização da trajetória linguística e literária das línguas iberoromânicas, a fi m de ressaltar as semelhanças e diferenças na Hispânia. Em seguida, abordarmos três autores que, entre os séculos XIV e XIX, destacaram e realçaram a língua portuguesa em seu próprio tempo: o Conde D. Pedro de Barcelos (1287-1354), com sua «Crónica Geral de Espanha» de 1344; o padre e jesuíta Antônio Vieira (1608-1697), com o «Sermão vigésimo do Rosário», e o poeta parnasiano Olavo Bilac (1865-1918), com o poema «Profissão de Fé».
Paraules clau
História da Literatura comparada, Castelhano, Catalão, Conde de Barcelos, Antônio Vieira, Olavo Bilac

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Com citar
da Costa, Ricardo; Fantin Vescovi, Leticia. «Ainda suspira a última flor do Lácio?». Caplletra. Revista Internacional de Filologia, 2015, núm. 58, p. 29-54, https://raco.cat/index.php/Caplletra/article/view/292709.