Uso de mapas conceituais em aula experimental de Química Geral
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M. F. C. Mendonça
M. R. Cordeiro
K. B. Kiill
Universidade Federal de Alfenas
Segundo Novak (1988), os alunos, ao realizarem atividades experimentais, preocupam-se mais com os aspectos procedimentais do que com as regularidades em objetos e acontecimentos que deverão ser observadas, ou que relações entre conceitos são relevantes. Partindo-se de tais pressupostos, este estudo teve por objetivo, verificar, por meio da elaboração de mapas conceituais, a contribuição de uma atividade experimental para a aprendizagem do conceito de solubilidade e sua dependência com a temperatura, por alunos de um curso de Química Licenciatura. A análise dos mapas se deu com base na Teoria da Aprendizagem Significativa e segundo os critérios propostos por Novak, salvo algumas alterações. Os resultados obtidos indicaram que a realização de atividades sem qualquer relação com os aspectos teóricos, pouco contribui para uma aprendizagem significativa.
Paraules clau
Atividade experimental, mapas conceituais, solubilidade
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Com citar
Mendonça, M. F. C. et al. «Uso de mapas conceituais em aula experimental de Química Geral». Enseñanza de las Ciencias: revista de investigación y experiencias didácticas, 2013, núm. Extra, p. 825-30, http://raco.cat/index.php/Ensenanza/article/view/306204.