A arte de governar o mal e a gramática do desumano no sistema penitenciário brasileiro.

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Bruno Rotta Almeida
Guilherme Camargo Massau
O artigo tem como objetivo suscitar a problemática que envolve a relação entre o Estado e a pessoa encarcerada, a qual se compreende eivada de violações de direitos essenciais por parte daquele. Por isso, convocou-se a noção de banalidade do mal de Hannah Arendt como base reflexiva para se compreender a postura do Estado na governamentalidade – a partir do conceito de Michel Foucault – do sistema penitenciário brasileiro. Almeja-se demonstrar que as violações de direitos fundamentais se encontram normalizadas para o Estado, como gestor do sistema e garantidor da efetivação de direitos, principalmente os fundamentais, além de direcionarem o desempenho das táticas de governo.
Paraules clau
Banalidade do Mal, Direitos Fundamentais. Governamentalidade, Sistema Penitenciário Brasileiro.

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Com citar
Rotta Almeida, Bruno; Camargo Massau, Guilherme. «A arte de governar o mal e a gramática do desumano no sistema penitenciário brasileiro». Crítica penal y poder: una publicación del Observatorio del Sistema Penal y los Derechos Humanos, 2017, núm. 13, p. 167-84, https://raco.cat/index.php/CPyP/article/view/331899.